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Construção Compartilhada

Mapeamento

Técnica que auxilia no Diagnóstico Participativo do Território através de um processo de coleta e registro de informações e percepções sobre o território

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Itaboraí
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Guapimirim

Atuar em um território requer o conhecimento profundo de suas características. Suas redes de relações, fluxos, serviços, espaços de circulação são elementos-chave para a proposição de ações efetivas e que conversem com as demandas reais do local.

O Mapa Falante é uma técnica integrante da Construção Compartilhada de Soluções Locais. Auxilia no Diagnóstico Participativo do Território através de um processo de coleta e registro de informações e percepções sobre o território, por aqueles que o conhecem melhor: os moradores, quem vive, convive ou vivencia a realidade a ser retratada. É também, portanto, uma ferramenta popular de Mobilização Social e Produção de Conhecimento sobre a realidade local.

Esse mapeamento se destina a produzir informações que possam ser disponibilizadas e visualizadas de forma rápida, que permita o planejamento participativo de programas e ações locais, facilitando a gestão integrada e intersetorial de ações através de mapas temáticos; além de favorecer o debate coletivo.

Dessa forma, o Mapa Falante serve para dar as informações necessárias para discutir os problemas e recursos disponíveis, orientar a priorização de problemas que se pretende enfrentar, selecionar contextos ou grupos de interesse. Além de dar base para a elaboração de planos de ação, pode também ser utilizado para monitorar a situação da comunidade e observar as mudanças. Assim, o mapeamento é extremamente necessário para a proposição de ações adequadas aos interesses e as demandas das comunidades, garantindo visualização articulada e interativa a seus fluxos.

Como uma evolução do Mapa Falante contamos também a versão Mapa Falante Digital baseada em servidores online de mapas colaborativos e utilizando técnicas de mapeamento participativo.

As contribuições dessa etapa podem ser agrupadas em 5 eixos:

(1) visibilidade ao contexto que se quer compreender e intervir;

(2) diagnóstico territorial a partir da visão de quem vive, vivencia e convive com a realidade local;

(3) qualificação das informações e dados públicos, favorecendo o controle social e a transparência;

(4) fomento para planejamento participativo e articulação intersetorial;

(5) base para gerenciamento, planejamento e monitoramento de ações locais.

Conheça mais sobre a Técnica:

A técnica é aplicada através de oficinas de mapeamento com os seguintes marcos metodológicos:

  • Discussão e alinhamento inicial: debate e acordo sobre o que mapear, quais os objetivos para o mapa que será produzido e quais conceitos utilizarão;
  • Elaboração de roteiros de mapeamento: auxilia a concretizar o processo de construção do conhecimento local, a elaboração dos roteiros é importante para o levantamento de informações iniciais e expectativas sobre o que será encontrado no território;
  • Mapeamento da comunidade: de acordo com a necessidade, podemos usar web-servidores de mapa, aplicativo de georreferenciamento e/ou pipa para mapeamento aéreo;
  • Qualificação do Mapeamento: levantamento adicional de informações através do uso de enquetes de opinião, pesquisas de percepção e/ou consultas à população ou serviços identificados;
  • Análise crítica da produção de campo, onde os participantes retomam o debate sobre a cidade e seus locais de moradia, assim como os “achados” do mapeamento.

Projetos Relacionados:

  • AIDS e Comunidades (Mapeamento Digital de Vulnerabilidades e Rede de Apoio);
  • Mapeamento Digital de Risco Socioambientais Guiado pela Juventude;
  • Safe City / Confio no Meu Rio (Mapeamento Digital de Vulnerabilidades).

 

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